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quinta-feira, 12 de julho de 2012

A MÁFIA DAS FUNERÁRIAS E O JUDICIÁRIO DE VALADARES


Começo esse pequeno post com uma dúvida, porém não me resta outra alternativa a não ser um pouco ríspido quanto ao me expressar.

ATÉ QUANDO TEREMOS QUE TOLERAR A MÁFIA DAS FUNERÁRIAS DE VALADARES??




Aqui em Governador Valadares os escândalos envolvendo agentes de saúde e funerários já são de conhecimento de várias autoridades. O que lamento é que as mesmas não agiram, nem agem de forma eficiente para minorar ou exterminar o problema. Até ASSASSINATOS DE PACIENTES ocorreram.

Denúncias são feitas há praticamente 10 ANOS e a Polícia Civil instituída nessa localidade teima em responder ao Judiciário que não tem elementos humanos, nem logístico para apurá-las. O Judiciário por sua vez (representado pelo MP), também não cobra da PC que seja mais ágil, pois as peças do tabuleiro estão sumindo... Algumas testemunhas e envolvidos já morreram ou estão sem condições lógicas de raciocínio.

A qualquer mídia que se interessar e especialmente às nossas autoridades, disponibilizo todo o material incriminatório que possuo, desde que seja para esclarecer ainda mais as atrocidades executadas por essas pessoas que só visam o lucro, mesmo que para isso, alguem tenha que MATAR SEU SEMELHANTE. Caso parecido aconteceu no Rio de Janeiro no ano de 1999 (ENFERMEIRO DA MORTE).


Lembrando-me, oficiei à Prefeitura valadarense, um pedido de vários questionamentos que fiz e que a mesma não tem interêsse de me atender.  Alguns daqueles documentos certamente poderão afetar o Executivo local e por isso sempre negam minha requisição. Não me sobrando mais nada a ser feito, protocolei na Justiça essa intenção.
NÃO SOU DAQUELES QUE TÊM VERGONHA DE SER BRASILEIRO. ME ENVERGONHO DE ALGUNS ATOS DE DETERMINADOS BRASILEIROS, EM ESPECIAL, DAQUELES QUE DEVERIAM SER DIREITOS.

Agora é só esperar pelos PRÓXIMOS 10 ANOS.

Graça e Paz!!!

sábado, 7 de julho de 2012

LEILÃO: "DE CAIXÕES A CHAPINHAS"

Os empresários que estiverem interessados em pechinchar bons preços de caixões, chapinhas de cabelo, livros infantis em coreano, violinos, e também produtos menos inusitados, como câmeras digitais, poderão participar do leilão promovido nos dias 18 e 19 de setembro pela Alfândega do Porto de Santos.

O leilão será realizado às 10 horas, no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, em Santos, e é formado em 242 lotes, avaliados em R$ 10,3 milhões. Os lotes só poderão ser arrematados com lances a partir de R$ 100 somente por empresas cadastradas na Aduana. O lote 132, por exemplo, é formado por três caixões funerários de madeira com dois metros de comprimento, avaliado em R$ 900 no total.

Outro destaque é o item 47, com 14.003 chapinhas de cabelo, avaliado em R$ 390 mil. Empresários que precisam de cartuchos de impressora jato de tinta podem arrematar um lote avaliado em R$ 25 mil.
Entre os mais baratos, há jogos de chaves de boca e de fenda, com lance mínimo de R$ 10. Em instrumentos musicais, há um lote cujo valor é de R$ 7 mil e tem dois saxofones, nove violinos, cinco trompetes, um clarinete, cinco triângulos e oito pandeiros, entre vários outros instrumentos musicais. Há ainda itens inusitados, como o lote 39, formado por 189 livros infantis em coreano.

Como se inscrever

Interessados em qualquer um desses produtos poderão avaliar seu estado de conservação entre os dias 9 a 17. A relação dos armazéns onde estão guardadas as mercadorias no Porto pode ser conferida no edital disponível no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br), no link "Leilões". O documento também pode ser consultado na sede da Aduana, na Praça da República, Centro. Para se inscrever, o empresário deve comparecer à sede do órgão até 16 de setembro.
No último leilão, realizado no início de julho, a Alfândega do Porto de Santos arrecadou R$ 2,8 milhões, vendendo quase metade das mercadorias.


Fonte: oglobo.com

DELEGADO FEDERAL PODERIA SER CHEFE DE MÁFIA

Uma máfia que reuniria cinco funerárias e seria chefiada por um delegado federal está sendo investigada pela polícia. A suspeita é que essas empresas comandariam três cemitérios de Duque de Caxias, onde haveria venda de ossadas e esvaziamento de sepulturas antes do tempo previsto por lei (três anos). Esses cemitérios foram vistoriados na quinta-feira durante a Operação Dignidade, realizada pelas polícias Federal, Civil e Militar, e neles foram encontradas ossadas armazenadas de forma irregular e expostas. Todos os três foram autuados por não terem licenciamento ambiental nem alvará de funcionamento.
 O suspeito de chefiar o esquema é o delegado da PF Marcelo Nogueira de Souza. Ele pediu exoneração no último dia 1º da vice-governadoria do estado, onde trabalhava como assistente de relações institucionais. Além de Marcelo, estão sendo investigadas mais sete pessoas, entre elas três parentes do delegado. Eles se revezariam na direção das funerárias.

 Caixão de bebê sepultado há 8 meses estava vazio

 Foram inspecionados os cemitérios de Xerém, de Nossa Senhora das Graças (no Tanque do Anil) e de Nossa Senhora do Belém (no Corte Oito). Nos dois últimos, quatro administradores foram levados para prestar depoimento na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Eles prestaram depoimento e foram liberados. Todos responderão por falta de licença. A operação envolveu cerca de 50 homens do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da PM, das polícias Civil e Federal.
 No Nossa Senhora do Belém, havia ossadas dentro de sacos plásticos e em buracos em paredes de casas que ficam nos fundos do cemitério. No Nossa Senhora das Graças, o caixão de uma criança de 1 ano, enterrada em novembro do ano passado, já estava vazio.
 — Como pode o pai enterrar o filho e oito meses depois a criança sumir? Tudo aqui é muito grave — disse o delegado Fábio Scliar, da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente, acrescentando que há a possibilidade de os restos mortais estarem sendo usados em rituais de magia negra.
 Ele também suspeita que milicianos possam estar usando o Cemitério Nossa Senhora do Belém para enterrar suas vítimas.
 Agora, a perícia vai analisar o material encontrado nos cemitérios. O laudo deverá ficar pronto em 15 dias.

 Fonte: O Globo