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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

REMÉDIO PODE TER MATADO 8 PESSOAS EM TEÓFILO OTONI

Pacientes tinham sintomas de intoxicação por remédio para pressão alta. Uma possível troca de substância na hora da manipulação pode ter levado as vítimas a ingerir, sem saber, uma grande dose de anti-hipertensivo.

 

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais está investigando a suspeita de erro na fabricação de remédios em uma farmácia de manipulação de Teófilo Otoni. Uma troca de substâncias pode ter sido a causa da morte de oito pessoas da cidade.
A farmácia de manipulação Fórmula Pharma, que fica no centro da cidade, foi fechada pelas vigilâncias sanitárias municipal e estadual com ajuda da polícia. O laboratório da empresa já havia sido interditado há mais de uma semana, mas o dono continuava comercializando os produtos.
Um casal que consumiu o medicamento permanece internado no hospital. A mulher, de 25 anos, está na UTI em estado grave. “Logo após que tomaram, começaram a passar mal, com vômito, ela chegou a desmaiar e ele quase desfaleceu também. Graças a Deus, um amigo da gente chegou a tempo de socorrê-los e encaminhá-los para o hospital”, lembra Helder Sena, amigo do casal.
No domingo (11), morreu a oitava pessoa que passou mal depois de tomar o remédio. “Trabalhamos com a hipótese inicial de um descuido, de uma negligência, mas isso ainda está sendo alvo das investigações”, diz o delegado Antônio Carlos de Alvarenga.
Amostras do medicamento estão sendo analisadas na Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte.
Os pacientes que procuraram ajuda médica tinham sintomas de intoxicação por remédio para pressão alta. A Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais informou que uma possível troca de substância na hora da manipulação pode ter levado as vítimas a ingerir, sem saber, uma grande dose de anti-hipertensivo.
Os pacientes tinham receitas médicas para tomar 500 miligramas de Secnidazol, indicado para combater parasitas. A suspeita é que tenham ingerido a mesma quantidade de um remédio para controlar a pressão arterial. Essa dose seria 40 vezes maior do que a indicada no tratamento convencional para a hipertensão.
“Houve uma falha técnica, e não da fiscalização. A fiscalização foi feita na farmácia. Agora não existe chance de fiscalizar as 20 mil farmácias o dia inteiro com o fiscal dentro”, avisa Carlos Alberto Pereira, da Secretaria Estadual de Saúde de MG.
As autoridades dizem ter provas de que a Fórmula Pharma produziu, sem receita, um lote do Secnidazol adulterado que pode fazer mais vítimas e o produto também teria sido distribuído em filiais do grupo, em cidades vizinhas.
“Nós apreendemos 50 cápsulas que estavam na farmácia, e tem outras que não conseguimos apreender. Certamente podem estar em outras farmácias, em outras drogarias sendo distribuídas ou pessoas compraram. Então, pedimos para não tomarem medicamento nenhum da farmácia e devolver o que têm em casa”, orienta o Carlos Alberto.
Os responsáveis pela farmácia Fórmula Pharma não foram localizados para comentar o caso. O dono compareceu à polícia na semana passada e se dispôs a contribuir com as investigações. Seis dos oito corpos das vítimas serão exumados e passarão por exames complementares.

Fonte: g1.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PRIVATIZAÇÃO DOS CEMITÉRIOS EM VALADARES

Conforme já publicado nesse blog na data de 22 de novembro último, a Prefeitura de Valadares quer, mesmo sem informar à população, privatizar os Cemitérios Santo Antônio, Santa Rita e da Paz.

Será  que se esses "campos santos" não dessem lucros, alguma empresa arriscaria investir nesse negócio?

Serão 25 anos de exclusividade amigos.     Será que dará lucro???

E as sepulturas ou covas dos cemitérios dos distritos (...já correu à "boca pequena"), serão abertas pela própria população...   Engole-se mais essa?

Na nossa garganta isso não cabe, então "AJUDA AÍÍÍÍÍÍÍÍ!!!!!!!!!"  
Vamos escancarar nossa boca e dizer um NÃOOOOOOO bem sonoro a esse projeto. Participem das assembléias da Câmara.


Estamos com quem pensa no povo!
Somos a favor da idéia desde que a mesma abranja também os cemitérios dos distritos.

Agora... Essa de misturar administração de bens públicos sem a população saber e ainda por cima embutir nos meandros do projeto, a EXCLUSIVIDADE de serviços funerários tais como: TANATOPRAXIA, TRASLADOS DE CORPOS, ETC, ETC ...  ISSO NÃO APOIAMOS JAMAIS! 



domingo, 4 de dezembro de 2011

GOLPE DPVAT: DOIS NOVOS INQUÉRITOS.

Novas vítimas do golpe do pagamento do Seguro Obrigatório de Veículos procuraram a polícia em JF.


A Polícia Civil instaurou dois novos inquéritos no caso do golpe do pagamento do Seguro Obrigatório de Veículos (DPVAT) em Juiz de Fora. Segundo o delegado Rodolfo Rolli, duas novas vítimas procuraram a polícia para declarar que também não receberam o dinheiro do seguro obrigatório.

Há dez dias, a polícia investiga um grupo de advogados suspeito de ficar com o dinheiro das indenizações. Até o momento, 50 vítimas já fizeram Boletim de Ocorrência.

Fonte: frentetransitoseguro.com.br



ADVOGADOS SUSPEITOS DE FRAUDAR DPVAT SE ENTREGAM À POLÍCIA

Outros três integrantes da quadrilha foram presos na segunda-feira durante uma operação da Polícia Civil.

Dois advogados suspeitos de integrar uma quadrilha de estelionatários que aplicava golpes através do seguro de Danos Pessoais, causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat), se entregaram na tarde desta quarta-feira à polícia de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Eles chegaram acompanhados de seus advogados. A Justiça já tinha decretada a prisão temporária dos suspeitos.


Segundo a Polícia Civil, os advogados entravam na Justiça com ações de indenização para receber o seguro em nome das vítimas de acidentes de trânsito, mas não repassavam aos clientes o valor ganho no final dos processos.

De acordo com o Delegado Rodolfo Rolli, um dos suspeitos, Alexandre de Almeida e Castro, atuava em Belo Horizonte, e José Orisvaldo Brito da Silva, no Rio de Janeiro. Com eles já são cinco os detidos pelo golpe. Na segunda-feira, dois advogados e um empresário do Rio de Janeiro foram presos durante cumprimento de mandado de busca no escritório da Assistência às Famílias e Vítimas de Acidentes de Trânsito (Afavat), localizada no Centro de Juiz de Fora.

Com a divulgação do golpe, o número de vítimas vem crescendo assustadoramente. “Só nesta quarta-feira, 20 pessoas vieram na delegacia dizendo serem vítimas dos bandidos. Também recebemos cerca de 40 telefonemas relatando o crime”, afirma o Delegado Rodolfo Rolli.

A polícia investiga, ainda, a participação de uma escrivã, lotada na Delegacia Regional de Juiz de Fora, no caso. Segundo a polícia, ela autenticaria os documentos utilizadas pelos golpistas.

Fonte: em.com.br




GOLPE DO DPVAT - DELEGADO PEDE PRISÃO DE 5 EM JUIZ DE FORA

Segundo delegado, outros estados estão envolvidos no esquema.

A Polícia Civil de Juiz de Fora desmantelou um esquema que aplicava golpes no pagamento de indenização do Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Três pessoas foram presas.



A base da quadrilha funcionava em um escritório no Centro de Juiz de Fora. A Assistência a Famílias Vítimas de Acidente de Trânsito (AFAVAT) é uma firma de advogados que entram na justiça em nome de vítimas de trânsito para pedir o seguro obrigatório.

O DPVAT indeniza essas vítimas por morte, invalidez permanente ou por despesas médico-hospitalares. Segundo a Polícia Civil, os advogados recebiam o seguro e não repassavam às vítimas.

“Eles davam entrada com o seguro DPVAT das vítimas, recebiam o dinheiro através de alvará judicial e cheques nominais às vítimas e, em alguns casos, nós não sabemos quantos até agora, eles não repassavam o dinheiro. Eles depositavam o dinheiro na conta particular ou na conta da empresa”, explica o delegado Rodolfo Rolli.

A denúncia foi feita pelo jornal Tribuna de Minas. Um dos advogados tentou receber um seguro por invalidez no valor de R$20 mil em nome de um homem morto. Uma parente do chapa de caminhão, Carlos Henrique Bolpato, que não quis se identificar, conta que ele ficou inválido depois de um acidente e recebeu quase R$6 mil do seguro obrigatório. Três meses depois, em junho de 2009, Carlos Henrique morreu do coração, como apresenta o atestado de óbito.

O advogado entrou na justiça pedindo uma complementação do seguro por invalidez, como se Carlos Henrique ainda estivesse vivo. No ano passado, a parente da vítima recebeu a visita de um oficial de justiça para fazer uma perícia médica. “Disse ao oficial que o Carlos já havia morrido e que nunca soube que houvesse um novo pedido de indenização na justiça”, explica a parente. Depois da descoberta, a justiça extinguiu o processo.

Outros estados:

A Polícia Civil pediu a prisão temporária de cinco pessoas. Dois advogados e dono do escritório - que tem uma funerária no estado do Rio de Janeiro - já estão presos em Juiz de Fora. Agora, a polícia vai investigar as milhares de ações de seguro obrigatório, apreendidas na AFAVAT.

“É um golpe nacional porque o escritório agia não só em Juiz de Fora, mas nas cidades vizinhas, em diversas comarcas de Minas Gerais, além dos estados de São Paulo, em Fortaleza, na Bahia, e salvo engano, no Rio de Janeiro”, afirma o delegado.

O delegado suspeita, ainda, do envolvimento de policiais civis no esquema. Uma escrivã de Juiz de Fora já foi afastada acusada de autenticar laudos do Instituto Médico Legal (IML) e documentos médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) para a quadrilha. De acordo com Rodolfo Rolli, ela pode ser exonerada. Já os advogados envolvidos podem responder por formação de quadrilha, apropriação indébita, estelionato, falsificação de documento público e particular.

Fonte: globo.com



 


sábado, 3 de dezembro de 2011

POLÍCIA FECHA CÊRCO CONTRA GOLPISTAS DO DPVAT EM MINAS

Polícia Civil centraliza denúncias e investigações de quadrilhas que enganam parentes de vítimas de acidentes de trânsito, conforme EM mostrou em série de reportagens.



A Polícia Civil vai apertar o cerco ao golpe do Seguro Obrigatório (DPvat). Para isso, centralizou em uma divisão especializada a investigação de estelionato ou apropriação indébita do benefício pago a vítimas de acidente de trânsito ou a familiares em caso de morte. A partir de agora, as irregularidades relacionadas ao DPVAT deixam de ser apuradas nas delegacias de bairro e ficam concentradas no Departamento de Investigação de Crimes contra o Patrimônio.

A mudança, segundo o delegado Islande Batista, vai identificar e punir com mais rigor os envolvidos no delito. “O departamento só investiga casos em que o dano é igual ou superior a 120 salários mínimos (cerca de R$ 60 mil). Entretanto, estamos mudando a logística porque há indícios de que o negócio envolve uma rede de pessoas aplicando golpes por todo o estado”, garante Batista. A decisão de centralizar a investigação foi recomendada pela Superintendência de Investigação e Polícia Judiciária da Polícia Civil.


A mudança ocorre depois que o Estado de Minas publicou série de reportagens denunciando esquemas de funerárias, advogados, empresas seguradoras e policiais civis ligados ao IML que aproveitam a dor de pessoas que têm parentes vítimas de acidentes para ficar com o seguro. As denúncias mostram como agentes infiltrados em hospitais e no Instituto Médico Legal (IML) aliciam familiares para se beneficiar de parte do seguro que pode ser requisitado gratuitamente por qualquer pessoa. Há casos em que os atravessadores ficam com todo o valor do benefício. O prêmio pode chegar a R$ 13,5 mil quando há óbito.

Para fazer o serviço, os representantes das empresas chegam a oferecer facilidades como adiantamento do dinheiro para custear funeral e pagamento do valor que restaria à família. Para isso, o familiar assina procuração que dá direito ao recebimento do valor. Muitas vezes, no entanto, ele não sabe qual foi o total recebido.

Apesar de não apresentar dados específicos sobre fraudes com o seguro, o delegado afirma que denúncias de pessoas lesadas ainda são incipientes. “Muita gente desconhece que tem direito a requerer o seguro e, por isso, cai no conto de aliciadores. Na hora do desespero, as pessoas assinam papéis e entregam documentos. Quando lesadas, também não sabem que podem denunciar e receber o dinheiro”, afirma. Ele alerta que quem se sentir lesado deve procurar o departamento, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 2.855. Mais informações pelo 3212-3002.

Novos casos

Só nesta semana, dois casos de apropriação indevida do seguro chegaram ao departamento. Em um deles, a auxiliar administrativa Geralda Aparecida Costa, de 55 anos, conta que foi abordada dentro de um hospital pelo representante de uma seguradora quando acompanhava o filho vítima de atropelamento. O acidente ocorreu em abril de 2007, na capital. “Passei um tempo sem mexer com isso porque estava desnorteada, mas depois de dois anos procurei a empresa. Falaram que cobrariam 30% sobre o valor do seguro e que eu ficaria com o restante. Receberam o seguro, mas até hoje não vi nenhum centavo”, conta. Segundo Geralda, ela já acionou a Justiça, o Procon e a OAB. “Em uma das audiências judiciais, uma pessoa até tentou negociar meu pagamento, mas não recebi nada. Já descobri, inclusive, que existem pessoas lesadas em outras cidades de Minas”, disse.

O despachante Robson Lemos Castro, de 52, também diz ser vítima. “Quando meu filho morreu, nem sabia que tinha direito ao seguro. Quando informado, meses depois, dei entrada, mas alguém já tinha recebido a quantia. Os documentos tinham assinaturas falsas, com reconhecimento em um cartório de Sabará, onde não tenho firma reconhecida. Havia ainda procuração em nome de uma pessoa do Rio Grande do Sul de que nunca ouvi falar. Essas pessoas devem ser desmascaradas”, diz Castro.

Fonte: em.com.br

MÃE É MULTADA POR PEDIR DPVAT DUAS VEZES

O juíz descobriu que a mulher agiu de má-fé depois de acompanhar as denúncias feitas pelo jornal Estado de Minas na série "Morte S/A".

A mãe de uma vítima de acidente de trânsito foi condenada a pagar uma multa por ter solicitado duas vezes o pagamento do seguro de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (Dpvat). O juiz da 32ª Vara Cível de Belo Horizonte, Agnaldo Rodrigues Pereira, considerou que a mulher agiu de má-fé ao ajuizar pedido de pagamento do seguro contra o consórcio Vera Cruz Seguros, sendo que a dívida já havia sido quitada pela Companhia de Seguros Minas Brasil. Por causa das denúncias feitas pelo Estado de Minas na série "Morte S/A" o magistrado descobriu que a mulher já havia recebido.

A mãe ajuizou ação de cobrança contra relatando que o filho morreu devido a um acidente de moto em abril de 1992. Pediu a condenação da seguradora ao pagamento de 40 salários mínimos na data do efetivo pagamento, acrescido de juros e correção monetária. A Vera Cruz Seguros alegou improcedência do pedido. Para a empresa, não houve comprovação de que o direito da autora foi violado e nem mesmo de que seu filho foi vítima de acidente.

Diante das denúncias do Estado de Minas sobre fraudes nos convênios DPVAT o juiz descobriu, em pesquisa feita por medida cautelar, que a Minas Brasil já havia quitado o seguro em ação no Juizado Especial Cível que tramitou em Almenara.

O magistrado verificou que a mãe comprovou a morte do filho quando juntou ao processo certidão de óbito indicando traumatismo crânio encefálico devido a acidente de moto. Mas, ficou ficou claro que a mulher repetiu, em Belo Horizonte, ação idêntica já baixada em Almenara, na qual recebeu R$ 7.550 de indenização em 2006.

O juiz extinguiu o processo e determinou multa de 1% do valor da causa, que é de R$ 20,4 mil, devidamente corrigido. Esta decisão, por ser de 1ª Instância, está sujeita a recurso.
 
Fonte: em.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

MÃE E DUAS FILHAS ASSASSINADAS EM SABARÁ

O suspeito do crime é marido da vítima e padrasto das jovens. No Barreiro, ex-companheiro inconformado com o fim do relacionamento matou a mulher.

Uma mulher e as duas filhas foram assassinadas no fim da noite de domingo no distrito de Ravena, em Sabará na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime chocou a população da região de chácaras conhecida como Fateiro. De acordo com militares da 15ª Companhia da Polícia Militar (PM), o suspeito do crime é Alessandro da Costa Andrade, 35, marido da vítima e padrasto das jovens.

Segundo a PM, por volta de 21h de ontem, um adolescente vizinho das vítimas encontrou o corpo das três às marges de uma rodovia perto de casa. Elas estavam feridas com perfurações por todo corpo, mas a polícia ainda não sabe qual objeto causou os ferimentos. Ainda segundo a PM, pode ser uma faca ou uma ferramenta cortante.

Marta Cristina de Andrade e as filhas G.A.N., 14, e Jéssica Cristina de Andrade Costas, 18, foram surpreendidas pela ação do suspeito que invadiu a casa para atacá-las. Segundo informações de familiares, na manhã de domingo Alessandro brigou com a mulher e com as enteadas. De acordo com a PM, uma testemunha viu o suspeito cometer o crime e fugir. A motivação do triplo homicídio ainda não foi esclarecida.

Segundo a polícia, Alessandro fugiu levando um bebê que seria filho do casal. A criança foi deixada no Bairro Aarão Reis, Região Norte de BH, na casa da avó. De acordo com a PM, Alessando já tem mandado de prisão em aberto por crime anterior.

Crime passional no Barreiro

Uma mulher foi encontrada morta durante a madrugada na Avenida Agave, Bairro Olaria, na Região do Barreiro em Belo Horizonte. Conforme a PM, Carla Aparecida dos Santos, 30 anos, dormia quando a casa foi arrombada pelo ex-companheiro, Rogilson do Rosário Silva, 33. Eles discutiram e o homem esfaqueou a vítima no pescoço.

A filha do casal relatou à polícia que acordou com gritos e ao chegar na sala viu a mãe caída. O pai fugiu no Chevette Cinza GLV8559, levando um adolescente de 13 anos que a polícia não confirmou se é filho do casal. A PM fez rastreamento e prendeu Rogilson dentro do carro na Rua Carmelita Coelho da Rocha. Ainda segundo a PM, o casal viveu junto por 15 anos e familiares relataram que o homem era agressivo e não aceitava o fim do relacionamento.  
 
Fonte: em.com.br

AGENTES FUNERÁRIOS PODEM SER DEMITIDOS

Prefeitura de São Paulo, através do Diário Oficial, convocou os 455 trabalhadores do Serviço Funerário para justificar suas atividades grevistas perante a CEI (Comissão Especial de Inquérito)

No diário oficial do dia 17 foi publicado na página 43 um texto que convoca os 455 trabalhadores do Serviço Funerário para, no prazo de 5 dias úteis, apresentar justificativa das faltas nos dias relacionados à greve.

A convocação está baseada na portaria 960/11 criada pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab para demitir os trabalhadores do Serviço Funerário que realizaram uma das mais combativas greves da categoria.

Os trabalhadores irão justificar suas atividades frente à CEI (Comissão Especial de Inquérito), criada pela portaria para "efetuar levantamento dos funcionários do SFMSP (Serviço Funerário do Município de São Paulo) que deixaram de executar suas funções; promover os respectivos procedimentos de exercício da pretensão punitiva da administração, tendo em vista o procedimento irregular de natureza grave praticado"(publicado no DOC 3/9/11).
Para punir os servidores, a prefeitura alega que “a paralisação das atividades pelos funcionários do Serviço Funerário do Município de São Paulo importa em descumprimento de deveres funcionais, prejuízo à eficiência do serviço (...) configurando procedimento irregular de natureza grave que os sujeita à demissão do serviço público municipal, na forma da legislação aplicável ” (Idem).

Este é um ataque sem precedentes ao direito de greve e à liberdade de organização sindical. A portaria, a criação da CEI e os inquéritos contra os Agentes Funerários que participaram da greve é uma aberração jurídica típica de uma ditadura.

O ataque aos servidores promovido pela ditadura Kassab é parte da ofensiva contra os direitos democráticos da população. O mini ditador aprovou diversas leis que atacam a população, a exemplo da lei que proíbe panfletagens nas ruas de São Paulo.

A cidade de São Paulo é uma bomba relógio. Todos esses ataques, somados a outros tantos ataques aos direitos dos trabalhadores e à sua organização, são uma tentativa dos patrões e do governo de conter a tendência de luta cada vez mais acentuada, impulsionada pela crise capitalista.

Os trabalhadores se rebelaram contra o arrocho salarial. A categoria está há mais de 20 anos sem reajuste e nessa última campanha salarial a prefeitura de São Paulo ofereceu um reajuste de 0,01%.

Somente com a própria luta, os trabalhadores vão passar por cima das tentativas do governo de impor essa ditadura.

É necessário iniciar uma campanha em defesa dos servidores e do direito de greve contra a ditadura de Kassab.

Fonte: http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=34016







quinta-feira, 24 de novembro de 2011

AGENTES FUNERÁRIOS PODERÃO SER PUNIDOS E ATÉ PRESOS

A reunião motivada pela intensificação de desacordos e até situações que chegam as vias de fatos entre agentes funerários na disputa de pacientes que vem a óbito dentro das dependências...



Com objetivo de estabelecer regras e garantir o cumprimento das leis já existentes nas esferas estaduais e municipais, as quais regulamentam o acesso de agentes funerários nas dependências de Hospitais, Postos de saúde e Maternidades, se reuniram na manhã desta quarta feira (23), na sede do Ministério Público da cidade de Jaru, representantes do Conselho de Saúde, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Agentes funerários, Secretario de saúde e diretoria do Hospital Municipal.

A reunião motivada pela intensificação de desacordos e até situações que chegam as vias de fatos entre agentes funerários na disputa de pacientes que vem a óbito dentro das dependências do Hospital Municipal da cidade de Jaru, fez com que as entidades ali representadas debatessem e estabelecessem regras rígidas que a partir da referida ocasião serão cumpridas, mediante pena de multa, cassação de alvará e até detenção de agentes funerários que acaso venham a descumpri-las.

Conforme consta na lei municipal de n° 870/2005 e a estadual de nº 1224/2003, é terminantemente proibido a instalação de empresas e escritórios de funerárias a uma distância que seja inferior a 200m de Unidades hospitalares, bem como a presença de pessoas com fins de agenciamentos ou venda de produtos funerários nas dependências de estabelecimentos públicos. Prevendo ainda punição a agentes públicos de saúde que realizarem indevidamente a comunicação do óbito as funerárias.

Após um amplo debate que ali foi conduzido, ficou definido o cumprimento na integra das leis vigentes garantindo assim o poder de decisão da família pela funerária de preferência. Os conselheiros de saúde Chico Berto e Neir de Carvalho destacaram que a intenção das medidas não é atrapalhar os trabalhos das funerárias, mas sim garantir a realização de serviços com qualidade, respeito e profissionalismo.

Fonte: http://www.jaruonline.com.br