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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Caixão cai de veículo de funerária após acidente em Esteio, RS

Corpo levado era do homem que foi morto por vizinhos após matar filho.
Caixão escorregou pela parte de trás do carro e quebrou no asfalto.


G1 RS

Carro de funerária quebrou, e caixão caiu no RS (Foto: Guilherme Werneck/Divulgação/PRF)Após acidente, caixão caiu de carro de funerária e quebrou (Foto: Guilherme Werneck/Divulgação/PRF)
Um carro de uma funerária perdeu o controle após furar o pneu por volta das 16h de sábado (12) na BR-116, em frente ao parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o veículo transportava o corpo do homem que foi espancado até a morte pelos vizinhos após matar o filho de cinco anos na noite dessa sexta-feira (11).
Com a batida em uma contenção da pista, o caixão escorregou pela parte de trás do carro e teve uma parte quebrada no asfalto. Outro veículo da funerária foi deslocado para o local para remover o corpo. Ao G1, a empresa São Cristóvão explicou que a barra de direção chegou a quebrar e o veículo dançou na pista.
Casa onde ocorreu o crime em Viamão foi isolada para a realização da perícia (Foto: Luciane Kohlmann/RBS TV)Casa onde ocorreu o crime em Viamão foi isolada
para perícia (Foto: Luciane Kohlmann/RBS TV)
Segundo a polícia civil, houve uma briga familiar, e o pai, descontrolado, bateu na cabeça do filho com um bloco de concreto. A criança morreu na hora.
Durante a confusão, o homem ainda feriu outros dois filhos, um de 8 anos e uma adolescente de 15, uma vizinha e a mulher dele. Moradores da região ouviram os gritos, entraram na casa e mataram o homem usando pedaços de pau.


Fonte: G1.com

sábado, 12 de outubro de 2013

Sem estrutura, IML da zona leste de SP marca corpos à caneta

Poças de sangue, tufos de cabelo e dejetos de cadáveres espalhados pelo chão por causa de um cano quebrado. O corpo de um homem morto havia dois dias estava em estado de decomposição sobre uma maca e com números escritos em sua perna.




Filme de terror? Não. Esse foi o cenário encontrado pela Folha na sala de necropsia do posto do IML (Instituto Médico-Legal) de Artur Alvim na sexta-feira retrasada.
O líquido (aquela mistura de sangue e dejetos) chegava a molhar os sapatos de quem entrava no ambiente e precisava ser puxado por um funcionário com um rodo.
O cenário, dizem os funcionários ouvidos pela reportagem, é corriqueiro.
Nesta unidade do IML, que atende toda a zona leste de São Paulo, há dias em que só um médico precisa fazer até 20 necropsias em um plantão de 12 horas.
Com as geladeiras lotadas, os corpos são marcados como gado, com os números de prontuários anotados em suas coxas, em vez de terem uma pulseira ou etiqueta afixada.

FACA DE CHURRASCO

Nos dias com mais trabalho, os cadáveres chegam a se espalhar por toda a sala de necropsia e parte do corredor.
No posto também faltam equipamentos especializados para realizar os procedimentos de medicina legal, como bisturis. Os técnicos usam facas de churrasqueiro para cortar os corpos.
O diretor interino do IML, Jorge Pereira de Oliveira, disse desconhecer todos esses problemas.





INVESTIGAÇÃO

Após a Folha publicar, no último dia 6, uma reportagem mostrando a situação dos postos do IML na cidade, a Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo entrou com um pedido de investigação policial sobre a falta de estrutura no instituto.
Nos últimos dias, a entidade recebeu uma série de relatos de falta de estrutura que, de acordo com ela, trazem riscos à saúde dos funcionários e de quem precisa ir aos necrotérios.
Segundo a associação, aparentemente, delitos criminais e administrativos estariam sendo praticados no IML. Entre eles, crimes contra saúde pública e vilipêndio (desrespeito) a cadáver.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Carro funerário capota após acidente com caminhonete, em Vilhena, RO

Motorista que conduzia veículo de funerária ficou preso às ferragens.
Acidente aconteceu em cruzamento no fim da manhã desta quarta-feira.


Carro de funerária capotou em avenida de Vilhena, RO (Foto: Jonatas Boni/G1)

Um carro funerário capotou no fim da manhã desta quarta-feira (02/10/13), depois de bater em uma caminhonete no cruzamento da Avenida Brigadeiro com a Benno Luiz Graebin, zona norte de Vilhena (RO). O condutor que dirigia o veículo funerário ficou preso às ferragens e o Corpo de Bombeiros precisou usar um alicate hidráulico para retirá-lo do local.
À polícia militar, o motorista da caminhonete, um jovem de 23 anos, disse que o sinal estava aberto e por isso decidiu atravessar o cruzamento. Com o impacto, a caminhonete do rapaz foi jogada contra o poste de sinalização. 
Ao G1, policiais militares não informaram qual dos dois condutores desrespeitou a sinalização. Segundo a PM, apenas o laudo da perícia deve indicar o que aconteceu no momento do acidente.
O carro funerário estava vazio e era conduzido por Ademilson de Gouveia Silva, dono do empreendimento. O empresário foi levado para o Hospital Regional, mas o estado de saúde do motorista não foi informado. O condutor da caminhonete não sofreu escoriações, segundo o Corpo de Bombeiros.
Fonte: G1

Carro de funerária capota em MT e polícia encontra 400 kg de maconha

Um carro de uma empresa que presta serviços funerários foi flagrado com 400 quilos de maconha, na madrugada desta segunda-feira (7) na BR-364, perto da cidade de Diamantino, a 209 quilômetros de Cuiabá. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a unidade foi acionada para atender um capotamento. Quando os agentes foram ao local encontraram o motorista desacordado e o veículo cheio de tabletes de entorpecente.

O caso foi registrado no quilômetro 595, por volta de 2h [horário de Mato Grosso], segundo informou a PRF ao G1. Alguns motoristas que passavam pela rodovia viram um veículo capotado e chamaram a PRF. O motorista estava sozinho no veículo e teria perdido o controle da direção em uma curva. O carro capotou e saiu da pista. O veículo tem placas de Limeira, cidade de São Paulo.

Fonte: G1

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

http://valadares-funerarias-etc.blogspot.com.br mudou para "mafiafunebre.blogspot.com.br"

Devido ao rumo que nosso blog tomou, ficando mais focado nas MÁFIAS que envolvem o setor funerário e notícias voltadas para o mesmo, decidi mudar o nome do nosso já famoso blog. Portanto, para acesso a esse canal de notícias, favor clicar no link abaixo:

Grato pela compreensão.

Eres Gonzaga

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

MATÉRIA VELHA QUE SERVE DE LIÇÃO - REMOÇÃO DE CORPOS É DEVER DO ESTADO / FUNERÁRIAS O FAZEM SEM RESPALDO LEGAL


06/05/2013

Rio Maria/ Funerária acusada de roubar defunto 

No dia 06 de abril deste ano, Kleber Jesus de Oliveira, de 39 anos, morreu após colidir de moto contra uma árvore no centro de Rio Maria. A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal por uma guarnição da Polícia Militar, mas em virtude dos ferimentos não resistiu e veio a óbito.


Após ter sido levada para o Hospital Municipal pela PM o agente funerário Gildásio S. Santiago afirma que ao saber do acidente, se deslocou para o Hospital Municipal. Ao chegar ao local se deparou com agentes da funerária Cristo Redentor que já se encontrava no recinto.

Diante de familiares Gildásio afirma que chamou o representante da outra funerária para que a família da vítima escolhesse uma das duas para realizar o serviço funerário.
Segundo os familiares da vítima, a esposa Elizângela Alves Nunes e o filho Clécio Nunes de Oliveira, a funerária São Vicente foi a escolhida para prestar os serviços funerários.

De acordo com o agente funerário Gildásio, quando foi fazer a remoção do corpo, acompanhado do filho da vítima, o mesmo já havia sido recolhido do hospital. Quando foi perguntado para o guarda de plantão sobre o fato, o mesmo informou que o agente funerário conhecido como Carlinho da Funerária Cristo Redentor, já havia removido o corpo sem autorização da família.

Ao chegar na funerária Cristo Redentor, os familiares da vítima afirmam que perguntaram para Carlinho sobre corpo. Ele afirmou que não se encontrava em sua funerária, ele chegou a abrir o porta-malas do veiculo para averiguação, foi quando Cleiton Nunes Oliveira filho da vítima, afirma que viu o corpo do seu falecido pai dentro do veiculo da Funerária. 

Após uma troca de desafetos os familiares da vitima afirmam que retiraram o corpo e conduziram para a funerária São Vicente para que fossem feitos os procedimentos funerários.
A Constituição Federal afirma que constitui crime atrapalhar uma cerimônia fúnebre com agravante de que se houver agressão a pena pode se de um a três anos de prisão.

Os familiares da vítima em entrevista a esta reportagem afirmaram que estão insatisfeitos com o modo com que o agente funerário Carlinhos da Funerária Cristo Redentor tratou o corpo do ente querido. Uma vez que os familiares alegam que Carlinho teria ironizado o ocorrido. 

Em entrevista o agente funerário Carlinho da Funerária Cristo Redentor, afirma que foi tudo um mal entendido. Sobre o corpo estar dentro de seu carro quando ele informou para os familiares que não estava. Foi apenas por que seu funcionário sem saber havia removido cadáver do hospital para dar inicio aos procedimentos cabíveis.

Quando a família chegou na funerária Cristo Redentor, Carlinho alega que não tinha ciência de que o corpo estava dentro do veículo e somente ao abrir o porta malas do mesmo foi que constatou junto aos familiares da vitima e pelo agente funerário concorrente que o corpo estava dentro do carro. 

Ele afirma ainda que se houve alguma troca de desafeto foi apenas um contratempo por conta do mal entendido. 
Quanto à remoção do corpo do hospital, Carlinho afirma que sua funerária teria chegado quase 1 hora antes da concorrente, o que lhe daria preferência e que somente depois a família escolheu os serviços da concorrente. (Idelson Gomes).

Fonte: http://blogdoluizpereira.blogspot.com.br

terça-feira, 20 de agosto de 2013

FUNERÁRIA GONZAGA - MARCA REGISTRADA - ABUSOS - CONCORRÊNCIA DESLEAL

USAR SEM AUTORIZAÇÃO A "MARCA"DE ALGUÉM OU DE ALGUMA EMPRESA PODE REDUNDAR EM PROCESSO JUDICIAL CONFORME A LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1966.
Estamos postando essa matéria devido à concorrência desleal*, bem como a formação de cartel** que enfrentamos em nossa cidade. Desde há muito estamos sofrendo com o USO INDEVIDO de nossa marca, além de atitudes mesquinhas por determinadas pessoas envolvidas com o nosso setor.
Ultimamente, devido à nossa mudança de endereço, uma outra artimanha está sendo articulada: a de dizer que nossa empresa faliu e fechou as portas... Ora, uma empresa que é dirigida por pessoas de bem e que estão no comércio da cidade há 47 anos, quebrando monopólios, denunciando esquemas, provocando CPI, fazendo a diferença pois trabalha de forma responsável, certamente não sairia de circulação sem agradecer publicamente pelo apoio obtido.
Aos "agentes funerários" oportunistas que assim atuam, nós os chamamos de avarentos, mentirosos, mesquinhos e "elementos nocivos" à toda a sociedade e não somente à nossa empresa.
Temos graças a Deus, uma marca forte e respeitada em toda região e por motivos gananciosos sofremos consequências desastrosas por parte desses cidadãos, se é que assim podemos chamá-los.
Fica o desabafo,
Eres Gonzaga
Gestor da Funerária Gonzaga 
* CONCORRÊNCIA DESLEAL: 
Competição, propaganda, procura, ofertas, destinadas a atrair clientes ou fregueses, mediante exercício irregular do direito, constituindo crime previsto na Lei 9.279/96.
* CARTEL
Crime contra a ordem econômica previsto no art. 4º da Lei n.º 8.137, de 27 de dezembro de 1990. Trata-se da formação de acordo, convênio, ajuste ou aliança entre ofertantes, visando à fixação de preços ou quantidades vendidas ou produzidas, prevista no inciso II, "a" do dispositivo em questão.

MORTE NATURAL REMETE CORPOS PARA QUEM EM VALADARES?

ALGUEM TERÁ QUE RESOLVER ESSE PEPINO.
ORDEM JUDICIAL - PROBLEMAS PARA A PREFEITURA DE VALADARES

Agora é assim: Todo e qualquer óbito (principalmente o domiciliar), só será dado baixa
em cartório de Valadares, se e somente se, tiver assinatura de um médico.
 


FOI EXPEDITO PELO JUIZ DE DIREITO DR. ANACLETO FALCI UMA ORDEM NO SENTIDO DE QUE: "TODO E QUALQUER ÓBITO DOMICILIAR", CAUSADO POR MORTE NATURAL, DEVERÁ TER SUA DECLARAÇÃO ASSINADA OBRIGATORIAMENTE POR UM MÉDICO, CONSTANDO NA MESMA, COMO DE PRAXE, A CRM DO PROFISSIONAL.

COM ESSA DECISÃO, OS FAMILIARES ESTÃO ATÉ ENTÃO PERDIDOS SEM SABER A QUEM APELAR DE IMEDIATO. CREIO QUE O IML É QUE FICARÁ COM A RESPONSABILIDADE DESSAS REMOÇÕES E AS DEVIDAS DECLARAÇÕES DAS "CAUSAS MORTIS".

NÃO TEMOS PROFISSIONAIS MÉDICOS LEGISTAS E SEUS AUXILIARES E, SÓ TEMOS UM RABECÃO NA CIDADE, O QUE DIFICULTA E MUITO ESSES ATENDIMENTOS DOMICILIARES.

É FATO NOTÓRIO AS LIMITAÇÕES DO NOSSO IM; HÁ ANOS QUE EU, ERES GONZAGA, FALEI EM AUDIÊNCIA PÚBLICA, SOBRE A NECESSIDADE DE SE CRIAR EM VALADARES O "SVO" (SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE ÓBITO), MAS NÃO NOS DERAM OUVIDOS.

FICA ENTÃO REGISTRADO ESSE ACONTECIMENTO QUE JÁ FOI POR MIM INFORMADO À MÍDIA LOCAL.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

RITUAL DE MAGIA FAZ DEFUNTO LEVANTAR

RITUAL DE MAGIA FAZ DEFUNTO LEVANTAR ?


 

Na Indonésia (especialmente em Toraja), um cadáver é acordado deixando-o que ande a pé até seu túmulo. Essa história começou a circular pela internet e conta que em Toraja – na Indonésia – os mortos caminham de verdade pelas ruas. Das várias versões que acompanham a fotografia, o que se diz basicamente é que, por meio de magia negra, os corpos viram zumbis e saem de suas tumbas, andando – como quem não quer nada! Ah! Mais um detalhe: ninguém pode chamar o defunto pelo nome sob o risco de o morto cair no chão e não se levantar mais.


Tana Toraja é o nome de uma região que fica na ilha de Sulawesi, na Indonésia. Há muitos e muitos anos seus moradores acreditam que, quando alguém da família morre, esse ente é levado para o céu e lá é julgado. A crença local também prega que o morto só se dá bem em seu julgamento lá no céu se ele tiver sido bem sucedido em vida!O "sucesso" do falecido é medido pela quantidade de espíritos de animais que o levam até o céu. Por isso, nos meses de julho e outubro, acontecem as cerimônias fúnebres, onde são sacrificados muitos animais em nome de cada um dos mortos.Segundo o jornal Singapore News Online, as famílias só poderão participar dos funerais em Tojara quando já possuírem dinheiro suficiente para toda a cerimônia. Só para se ter uma idéia, animais que serão sacrificados, como búfalos, chegam a custar mais de 3 mil dólares! A Chefe de cozinha, Barbara Kerr – em visita à Toraja – conta em seu blog: "Na cidade de Rantepao, a maior de toda a região, existe um grande mercado de animais para serem vendidos com esta finalidade. Lá, porcos ficam amarrados por dias, em macas de bambu, com cordas super apertadas por todo o seu corpo, e já prontos para serem levados para o abate. Grunhem sem parar, e o som emitido por eles mais parece ao de um campo de tortura.É bem triste de se ver, pois se estes mesmos porcos não têm escapatória, que ao menos pudessem passar seus últimos dias de vida com um pouco menos de dor e de sofrimento. Entretanto, para os moradores locais, tão habituados com tudo isso, eles não passam de mais um pouco de proteína."De acordo com o relato de Barbara Kerr, o funeral pode durar apenas algumas horas ou se estender por vários dias, regado a danças, comilança e o abate de muitos animais. O site Today 24 News , também conta que a cerimônia fúnebre em Tojara é, sem dúvida, o evento mais caro e complicado da região. A maioria das famílias (quase sempre é pega de surpresa com a morte do ente) pode a demorar até 5 anos para juntar a grana necessária para o ritual e, enquanto isso, os defuntos ficam guardados, esperando… Os corpos são envolvidos em várias camadas de pano e guardados dentro das Tongkonan , residências provisórias criadas para esse fim.

O site Toraja Cyber News explica que há 3 métodos de sepultamento: No primeiro – que é o mais simples e barato -, o caixão pode ser colocado em uma caverna. No segundo método, é esculpido um túmulo de pedra e o terceiro método consiste em pendurar o morto em um penhasco. É interessante ressaltar que o falecido leva consigo tudo o que, segundo a crença, ele irá precisar em sua outra vida. Se a pessoa que morreu é de família rica, será enterrado em um túmulo de pedra esculpida ou será pendurado um penhasco rochoso. A construção do túmulo também é demorada e, por isso também, o defunto só é transferido para a sua morada muito tempo depois (às vezes, demora-se anos!). Há muito tempo atrás, quando o acesso às aldeias de Toraja eram escassos e os povos locais tinham pouco (ou nenhum) contato com o resto do mundo, havia a lenda de que o morto levantava do seu túmulo provisório e saia andando para sua morada definitiva. No entanto, isso nunca foi documentado. No caso da fotografia que está circulando pela internet, o seu autor, diante de um episódio tão peculiar, poderia ter tirado outras fotos ou, quem sabe, até filmar o acontecido. Podemos ver que havia um celular apontando para o "fenômeno"Ainda, de acordo com o Toraja Cyber News, essa prática da "caminhada com os mortos" caiu de moda há anos. Hoje em dia, os corpos são levados de carro. O tradicional ritual se chama Ma'nene. Nele, parentes de um morto mumificado trocaram as roupas do cadáver em cemitério na localidade de Tana Toraja, na ilha de Sulawesi (Indonésia). A troca de roupas e a limpeza do caixão são feitas para honrar os espíritos dos entes queridos. Após o ritual, a múmia voltou ao seu descanso eterno.

Fonte: itapetinganahora.com.br